Prepare-se
You know I'll beYour life, your voice,
Your reason to be my love
My heart is breathing for this
Moment in time
I'll find the words to say
Before you leave me today
Você sabe que eu serei,
Sua vida, sua voz,
Sua razão para ser meu amor.
Meu coração está respirando por isso.
Momentos no tempo,
Eu acharei as palavras pra dizer.
Antes que você me deixe hoje.
[...]
– Qual é a pegadinha? – Eu ri. Mas ninguém reagiu – ok podem parar que está me assustando. – mas todo mundo continuava quieto. Só se ouvia o choro da minha mãe. – Mãe, é uma pegadinha né? – abaixei e coloquei a mão nos ombros dela que estava sentada no sofá e ela acenou “não” com a cabeça. Meus olhos começaram a ficar marejados. Andei e sentei no lado da Gemma. – Irmã é uma pegadinha não é – comecei a chorar – por favor. Me fala que é – os olhos dela estavam um pouco vermelhos também. Ela olhou pra mim com e me abraçou chorando.– Eu sei que você a amava de verdade. A gente também gostava dela. – Saí do abraço dela com uma expressão muito informada.
– NÃO! NÃAAO! – Eu chorava mais ainda e entrei para o meu quarto e bati a porta muito forte.
– Harry Pov’s off –
– Gemma Pov’s on –
Depois que Harry saiu do meu abraço, gritando, de forma totalmente inaceitável sobre a notícia, ele entrou para o quarto e bateu a porta muito forte. Comecei a ouvir algumas coisas batendo e quebrando dentro do quarto dele.
– Vocês precisam de ajuda? – O bombeiro que estava em pé perguntou.
– Não, não. Obrigada. – Levantei enxugando as lágrimas. – Qual o hospital que ela está mesmo?
– No Hospital Lenox Hill.
– Obrigada. Vocês tem alguma notícia dela, do bebê?
– Sinto muito, mas por enquanto não. Quando a encontramos o estado dela era gravíssimo, mas terão que ir pessoalmente ao hospital para verificar a situação.
– Mas como foi o acidente? – Minha mãe levantou e outro bombeiro que estava sentando fez o mesmo e disse.
– Segundo alguns pedestres, ela mais algumas pessoas estavam esperando um ônibus, quando um carro desgovernado, seguido pela polícia, seguia em muita velocidade e perdeu e direção e atingiu ela e outras pessoas.
– Ai meu Deus – Minha mãe sentou no sofá novamente.
– Muito obrigada. – agradeci e os acompanhei até a porta.
– Gemma Pov’s off –
– Harry Pov’s on –
Assim que entrei no meu quarto, comecei a chutar minha lixeira, dar socos no guarda roupa. Aquilo não podia estar acontecendo. Ouvi alguns vizinhos reclamando, mas foda-se. Era a vida da minha garota e da minha filha que estavam em perigo. Abri o guarda roupa e procurei a blusa do Nirvana dela, a minha do Ramones estava com ela. Assim que a achei, peguei a foto dela que estava guarda na gaveta. Sentei na cama e as apertei contra meu rosto em meio ao choro. Deitei na cama, fiquei observando o teto com a blusa e a foto dela sobre meu peito. Até que pensei que ficar ali chorando não ia resolver muita coisa.
– Qual hospital que ela está? – Apareci na sala ajeitando meu casaco e minha mãe e minha irmã levantaram a cabeça.
– No Lenox Hill. Você sabe onde fica? – Gemma respondeu.
– Sim. Eu vou pra lá agora. Vocês vêm comigo? – Peguei a chave que estava na mesa de centro.
– Vamos. Vou deixar um recado para o Robin quando ele chegar. – Minha mãe escreveu algo no papel e fomos á caminho do hospital o mais depressa possível. Cheguei na recepção e expliquei a situação e uma das duas recepcionistas nos guiou até a sala de espera, lá estava a mãe da (s/n). Assim que ela me viu, levantou e veio correndo me abraçar.
– Oh, Harry – ela estava chorando um pouco.
– Qual é a situação dela? – Eu estava segurando para não chorar.
– O médico não disse nada ainda.
– Tudo bem. – falei um pouco seco e sentamos no sofá que tinha lá. Já eram 02:19 da manhã. E todas acabaram pegando no sono. Mas eu continuei acordado. Até que um homem de jaleco branco e com um óculos de armação quadrada veio em minha direção e eu levantei, elas parecem que tinha percebido o movimento e acordaram também.
– Você conhece a senhorita (s/n)?
– Sim conheço. Sou marido dela. Diga-me o a situação, por favor. – quando eu disse a palavra “marido” percebi que ele ficou meio surpreso.
– A notícia que eu não tenho é a das melhores meu rapaz. O bebê está tudo bem. Mas ela... – ele não precisava terminar a frase para eu entender a situação. Olhei para o chão com a mão no rosto.
– Por favor. Não me diga que é o que eu estou pensando – as palavras saíram abafadas e comecei a chorar.
– Sinto muito. – O médico me abraçou e observei as meninas começarem a chorar novamente. Principalmente a mãe dela. – Vocês podem levar o bebê hoje pela manhã se quiserem. – enxuguei minhas lágrimas.
– Tudo bem. Obrigada. – o médico saiu e eu fui abraçar a mãe de (s/n). – Pode deixar ela comigo. Eu vou cuidar dela. A mãe dela me abraçava forte e chorava. Eu precisava ser forte agora.
– No dia seguinte á tarde –
Eu não podia acreditar naquela cena. Eu não queria nem ver. Eu não conseguia chorar. Lágrimas eram pouco para demonstrar o que eu estava sentindo. Fiquei no hospital o resto da madrugada e assim que liberaram minha filha, fui buscá-la e decidi registrá-la com o mesmo nome da mãe. As pessoas começaram a jogar rosas brancas em cima do caixão, enquanto eu segurava a bebê no colo. Quando acabou a cerimônia, todos vieram me abraçar, desejando consolo e tudo mais.
– Você não vem? – Todos já tinham saído e senti uma mão no meu ombro. Era Gemma.
– Podem ir à frente. Daqui a pouco eu vou. – Ela acenou sim com a cabeça, pegou a sobrinha no colo e saiu.
Fiquei uns cinco minutos em pé, com as mãos dentro do bolso da calça. Agachei e coloquei a mão na grama.
– Eu nunca vou te esquecer. – E coloquei uma rosa vermelha no meio das rosas brancas. Levantei-me e saí andando.
– Cinco meses depois, na madrugada –
– Está vendo? Essa aqui é mamãe, quando saiu com o papai pela primeira vez – Ela estava sentada na minha cama, no meu colo e eu com o note book, passava as fotos e ela sempre sorrindo e batendo palminha. Aquilo que me dava forças para continuar.
– Harry! – bateram na porta.
– Pode entrar. – eu fechei o note e coloquei-o de lado, minha mãe entrou com uma mamadeira na mão.
– Está na hora da comida dela. – Ela sentou na beirada da minha cama.
– Tudo bem. Coloca esse computador em cima da mesinha pra mim e deixa a mamadeira na mesinha aqui do lado. Pode deixar que eu cuido de tudo. Ela deu um leve sorriso e aproximou de mim e deu um beijo na minha testa.
– Estou muito orgulhosa de você.
– Obrigada – sorri de lado e ela se distanciou e fez o que eu tinha pedido. Dei a mamadeira para a (s/n) e levantei da cama e fiquei andando pelo quarto com ela sobre meu ombro, para arrotar. Depois disso, sentei na minha poltrona e eu cantava algumas canções de ninar que eu lembrava e que minha mãe cantava quando eu era criança. Ela caiu no sono e eu também.
O ronco do motor não deixava eu dormir direito. Ás vezes o motorista passava por alguns buracos e minha cabeça batia contra o vidro que ela doía. De repente ouço uma voz.
– Licença – e ela já foi sentando. Abri os olhos e olhei para os meus braços, olhei para ela e fiz isso umas 3 vezes e não podia acreditar. Estava dentro do ônibus e (s/n) do meu lado, lendo seu livro “Ladrão de Raios”. Eu não me contive e abracei ela. Ela deve pensar que eu sou um doido.
– Eu prometo que eu nunca vou te trair, nunca vou te abandonar. Eu te amo muito, eu vou fazer tudo diferente dessa vez. – apertava ela forte.
– Ér...A gente se conhece? – saí do abraço e notei que ela estava com as bochechas coradas.
– Bom, não, mas a gente pode se conhecer. – sorri. – Meu nome é Harry.
– Ah – ela sorriu envergonhada – o meu é (s/n).
– Você não vai gostar do final. – Ela colocou o marca-página e fez uma expressão que não tinha entendido e eu apontei para o livro.
– Ah, o livro, eu amo ler. – Mas antes que eu falasse, ela auto se respondeu –Não imagina, se você não gostasse de ler você não estaria com esse livro na mão – e eu sorri.
– Você é sempre assim? – perguntei.
– Assim como? – Ela fez uma expressão de indignação. Seja lá o que tiver acontecido. Eu vou aproveitar cada MOMENTO.
FIM.


CRY... CRY... CRY. Sério agora são 2 da manhã e eu que nem uma retardada chorando, nossa... muito fofinho :3
ResponderExcluirVocê nao e a unica,sao 2:58 agora e eu to aqui tendo um treco.
ExcluirNUNCA MAIS de um susto nesse em nos.
Ain, gente obrigada... Eu também chorei muito com esse final :)
ExcluirEste comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirCARA se n faz ideia,eu to chorando mutio aki,juro mesmo,e pra piorar eu tive uma ideia,fiquei lendo e ouvindo Moments ou seja,fudeu tudo.Cara serio,esse foi o imagine mais triste que eu já li,e o meu mino favorito é o Harry ou seja foi muito triste pra mim,n cara,o computador ta todo molhado,nunca mais faça isso comigo!!!
ResponderExcluir:C tadinha, calma.. Tudo fica bem no final, me deu dó de postar essa parte, me doeu também.. Mas nada fica ruim no final :)
ExcluirSério,esse imagine vai ficar pra sempre na minha memória nunca vou esquecê-lo
ExcluirEu ameiii demais, me explica uma coisa esse final, que ele volta desde de que conheceu ela, foi um sonho ou a história toda foi um sonho??????
ResponderExcluirPra mim foi um sonho. Um sonho que ele estava tendo enquanto ele estava encostado na janela do ônibus
Excluirfoi um sonho que ele teve quando ele tava no busão dai como ele tinha sonhado ele já sabia tudo dela ;)
ExcluirLi denovo e chorei denovo
ResponderExcluir#xorando -Meline
ResponderExcluiragora são 2:20 da manhã e eu igual uma louka chorando aki!!!Minha mãe me chamou de louca retardada quando eu faleii q tava chorando por causa da fic!! A-M-E-I <333
ResponderExcluirCara eu juro q eu chorei tava muito lindo!!!
ResponderExcluirDe 23:53 da noite eu to aqui chorando ficou lindo!!
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