INGLATERRA

VOCÊ POV'S
Dan: Vamos para casa?
Eu: Não tenho outra opção..
Dan: Vou fingir que isso foi um “sim”.
Eu: Mas só finge, por que não é.
Dan: Você vai gostar daqui!
Eu balancei a cabeça negativamente, respondendo ele. Qual o
problema de aceitarem que eu não gosto daqui? Ou que eu não gosto de estar
aqui. Juro pra mim mesma, que eu não quero e não tento considerar ele como um
pai, por que pra mim ele não foi! Por que eu tenho que estar aqui, olhando para
os olhos deles todos os dias e fingir que está tudo bem, ou que eu não me
importo com isso? Por que eu realmente me importo, e me importo muito. Não
quero estar aqui e pensar novamente que eu sou o segundo plano dele. Que sempre
tem uma coisa que é a prioridade e eu venho sempre depois. Eu não aceito ter
que estar em um lugar que eu não quero. Fomos andando até o estacionamento, e eu tentava adivinhar qual era o seu carro, quer dizer, se ele trocou né.
Cheguei no mesmo carro dele, o de sempre. Uma caminhonete
meio vermelha, meio marrom. Sei lá! Entrei nela, jogando minhas malas com
facilidade no banco de trás, colocando os fones de ouvidos.
...
A rua era aquelas típicas do interior de qualquer cidade. Eram casas médias, nada muito chique, com várias árvores, animais. Eu não me
acostumei com esse céu feioso ainda. Era cinza, sem vida. Igual a essa rua, sem
um menor barulho. Quer dizer, ainda era
cedo e pelo que eu vi durante o caminho, tem um tipo de um “centro” pequeno,
com restaurantes, bares, lojas.. um pátio. Talvez fosse ali que mataria o meu tédio,
por que não vi nenhuma antena de internet nem tv a cabo na casa do Dan.
Ele parou o carro e eu só fiquei analisando aquela casa,
parecia ter dois ou três quartos, sala grande, cozinha e atrás tinha um
quintal. Era bem casa de filme sabe? Amarela, com o telhado branco e florzinhas
na frente da casa. Era estranho estar aqui.
Dan: Você não vem?
Avistei ele abrindo a porta da casa, todo generoso, como se
eu não ignorasse ele e fossemos super íntimos.
Eu abri a porta da caminhonete dele, peguei minhas duas malas e bati a
porta. Ouvi um barulhão, de algo
quebrando quando fechei a porta. Fechei os olhos e mordi os lábios, senti meu
fone cair do meu ouvido. Assim que virei para trás, com os olhos direcionados
para o chão, vi meu celular, que era NOVINHO, quebrado, todo ferrado no chão.
Eu: Aqui tem lojas de celular?
Dan: Aqui não é o fim do mundo. - riu
Eu: Mas parece, sabia?
Eu não quis saber da sua resposta, então, logo entrei
naquela casa estranha. Olhei em um
relógio que tinha lá e eram 12h. Eu estava morta de fome, não conhecia nada lá
e a última coisa que eu queria era que ele me apresentasse a casa. Por conta
própria subi as escadas e procurei o meu quarto. Primeira porta era um quarto,
com cama de casal, provavelmente era dele. Segunda porta, um banheiro, pequeno,
provavelmente meu. Terceira e última porta, um quarto, com uma parede meio
cinza com bolinhas brancas, um guarda-roupa de madeira branco junto com uma
cama de casal branca também. Tinha uma
cômoda com espelho, e um tapete de cachorro. Eu sorri ao ver o tapete e quis me
jogar e dormir ali mesmo.
...
Dan: A onde vai?
Eu: Sair, não sei pra onde!
Dan: Que horas volta?
Eu: - gif -

Dan: Tudo bem..
Sai de casa e a rua já estava um pouco cheia. Tinha algumas
crianças ou pré adolescentes brincando de pular corda, amarelinha, conversando.
Do outro lado da rua, dois meninos, que aparentavam ter 18, 19 anos,
conversando. Quer dizer, um gritava, imitava algo, parecia estar atuando e o
outro, sentado na calçada, rindo calmamente do amigo. Logo me olharam e fizeram
uma cara de confusos. Virei o rosto e
continuei andando, não demorou muito e já avistei o centro, que estava cheio de
casais de senhores e adolescentes. Tinham apresentações de adolescentes e
várias barraquinhas, tipo uma feira e o melhor: Uma loja de celular. Antes de chegar nela, avistei uma barraquinha com colares e pulseiras, parei nela e vi um colar que me chamou atenção, ele era três em um só, tinha uma guitarra pequena com um microfone e um cifrão - de música -, ele era lindo, perfeito. Comprei ele, colocando já em meu pescoço e fui em direção a loja de celulares.
Oi amores <3 como estão?! Então, mais um capítulo -ava- curto e chato, como seeempre! Então,não tenho nada pra falar tsc tsc.

continua , ta A+ flor
ResponderExcluiraaaaaah senhor, quando vai tipo começar mesmo, se é que me entendeu HUSAHUSAH
ResponderExcluircaraa tu escreve muito bem, to gostando bastante
nao tah chato nada viu, eu to amando :) so tem que ser maior! pq as coisas boas tem que ser curtas?? #injustiça mas vc escreve bem pra caramba! :) xx Lua
ResponderExcluirAh, brigada meus amores! *-* Hmmm.. acho que vai começar a ficar "bom" no 7,8.. por ai! Eu vou tentar escrever maior, colocar mais conversas e gifs ok? :)
ResponderExcluiramor, amo tuas fics, muito boas sério mesmo, são poucas as fics que eu leio por que sou super exigente, então cintasse honrada u-u ODIJSADISDJ sqn, mas enfim, já postei meu blog aqui várias vezes pra ti divulgar, mas dessa vez eu queria que tu lê-se e deixasse um comentário lá por que eu estou começando e queria muito tua opinião. Se quiser fazer a honra de entrar no meu blog e deixar um comentário o link é esse: http://imagines-one-directionbr.blogspot.com.br/p/fanfic-tears-of-pain.html obrigada
Excluircontinua por favor :)
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